"Shane! Shane! Come back!" (Shane, 1953, George Stevens)
As palavras de Joey ecoam nos meus tímpanos ainda hoje, enquanto Shane se afasta no horizonte, quem sabe, para morrer ou nessa eterna demanda de Dom Quixote reinventado.
A alguns, tudo neste mundo lhes é dado a escolher, menos o poder de controlar o seu coração.
Desengane-se o louco que assume a luxúria ou o poeta que invoca a musa.
Pertencem ao vento, à espuma do mar, ao sussurro das árvores, ao silêncio da montanha.
Ouvem mas não entendem as palavras do homem.
Sons guturais de uma criatura incivilizada.
Art by Hugo Pratt
As palavras de Joey ecoam nos meus tímpanos ainda hoje, enquanto Shane se afasta no horizonte, quem sabe, para morrer ou nessa eterna demanda de Dom Quixote reinventado.
A alguns, tudo neste mundo lhes é dado a escolher, menos o poder de controlar o seu coração.
Desengane-se o louco que assume a luxúria ou o poeta que invoca a musa.
Pertencem ao vento, à espuma do mar, ao sussurro das árvores, ao silêncio da montanha.
Ouvem mas não entendem as palavras do homem.
Sons guturais de uma criatura incivilizada.
Art by Hugo Pratt

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