Somewhere Over the Rainbow
Keith Jarrett
[http://www.youtube.com/watch?v=eq0EWNuR1H8]
September 30, 2009
A cidade adormece e aquieta-se. Através da vidraça aberta, observo os animais da noite para os quais o dia não basta e a claridade é uma maldição. No prato, a agulha acorda-me do sonho e relembra-me que a perfeição de um momento não se esgota num minuto. Impõe-se recomeçar, uma e outra vez. A eternidade espera-nos, não a façamos pois esperar... Essa é a liberdade que invoco, uma criatura endeusada a que muitos aludem mas que poucos encaram. O poeta rebela-se e grita-me que é livre. Recusa a servidão dos burocratas e das massas mas cai na servidão da negação. Indigna-se perante o meu sorriso mas no espelho do seu parco quarto reconhece o castelo de cartas e o sentido dessa ausência de liberdade que lhe atribuo.September 28, 2009
Once I Dreamt A Tree Upside Down
Jan Garbarek Group
[http://www.youtube.com/watch?v=Uw4oc5fKzO4]
De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós, que nascemos nos anos 60, 70 e princípios dos anos 80, não devíamos ter sobrevivido. As nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas... em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos... Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas 'à prova de crianças', ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas... Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos, viajávamos em carros sem cintos e airbags...viajar á frente era um bónus. Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e... sabia bem.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso. Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo...e só depois nos lembrávamos que faltavam os travões... Ao acabar num silvado, aprendíamos.
Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso...
Não tínhamos Play Station, X Box ou Nintendo!
Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD ou chats na Internet!
Tínhamos amigos e se os quiséssemos encontrar íamos á rua!
Jogávamos ao elástico, à barra e à bola até doer!
Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.
Batíamos ás portas de vizinhos, fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos.
Acreditem ou não... íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem.
Eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.
Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.
Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.
És um deles?
Parabéns!
Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, 'para nosso bem'.
Para todos os outros que não têm a idade suficiente, pensei que gostassem de ler acerca de nós.
Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios.
A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986, ou depois. Chamam-se jovens.
Nunca ouviram 'we are the world' e 'uptown girl' conhecem de Westlife e não de Billy Joel.
Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle.
Para eles, sempre houve uma só Alemanha e um só Vietname.
A SIDA sempre existiu.
Os CD's sempre existiram.
O Michael Jackson sempre foi branco.
Para eles, o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo tivesse sido um deus da dança.
Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie, são filmes do ano passado.
Não conseguem imaginar a vida sem computadores.
Não acreditam que houve televisão a preto e branco.
E, portanto, agora vamos ver se estamos a ficar velhos:
1. Entendes o que está escrito acima e sorris.
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados ou a casar.
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores.
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.
6. Lembras-te da Gabriela (...da primeira vez).
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.
8. E vais encaminhar este e-mail para outros amigos porque achas que vão gostar.
Sim, estás a ficar velhor...mas tivemos uma infância do caraças!
By Autor Desconhecido
Quando éramos pequenos, viajávamos em carros sem cintos e airbags...viajar á frente era um bónus. Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e... sabia bem.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso. Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo...e só depois nos lembrávamos que faltavam os travões... Ao acabar num silvado, aprendíamos.
Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso...
Não tínhamos Play Station, X Box ou Nintendo!
Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD ou chats na Internet!
Tínhamos amigos e se os quiséssemos encontrar íamos á rua!
Jogávamos ao elástico, à barra e à bola até doer!
Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.
Batíamos ás portas de vizinhos, fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos.
Acreditem ou não... íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem.
Eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.
Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.
Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.
És um deles?
Parabéns!
Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, 'para nosso bem'.
Para todos os outros que não têm a idade suficiente, pensei que gostassem de ler acerca de nós.
Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios.
A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986, ou depois. Chamam-se jovens.
Nunca ouviram 'we are the world' e 'uptown girl' conhecem de Westlife e não de Billy Joel.
Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle.
Para eles, sempre houve uma só Alemanha e um só Vietname.
A SIDA sempre existiu.
Os CD's sempre existiram.
O Michael Jackson sempre foi branco.
Para eles, o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo tivesse sido um deus da dança.
Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie, são filmes do ano passado.
Não conseguem imaginar a vida sem computadores.
Não acreditam que houve televisão a preto e branco.
E, portanto, agora vamos ver se estamos a ficar velhos:
1. Entendes o que está escrito acima e sorris.
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados ou a casar.
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores.
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.
6. Lembras-te da Gabriela (...da primeira vez).
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.
8. E vais encaminhar este e-mail para outros amigos porque achas que vão gostar.
Sim, estás a ficar velhor...mas tivemos uma infância do caraças!
By Autor Desconhecido
Subscribe to:
Posts (Atom)
