
Reflectimo-nos nos outros como as velhas árvores da margem do rio cujo vislumbre contemplamos na água que corre. É-nos inato esse exercício desprovido de distanciamento, mas semicerrar os olhos clareando a imagem reflectida de nós, e que se esfuma a cada instante, delimita-nos e confere-nos a possibilidade de ver bem mais além.
1 comment:
olááááá...
:-)
Post a Comment