April 11, 2010


Reflectimo-nos nos outros como as velhas árvores da margem do rio cujo vislumbre contemplamos na água que corre. É-nos inato esse exercício desprovido de distanciamento, mas semicerrar os olhos clareando a imagem reflectida de nós, e que se esfuma a cada instante, delimita-nos e confere-nos a possibilidade de ver bem mais além.

1 comment:

sem-se-ver said...

olááááá...




:-)