
Ao fim de cinco ou seis tentativas infrutíferas, e embora lhe reconheça o espírito, optei por manter a distância. Por ora.
Os livros têm momentos. Se os apanharmos no instante certo, ensinam-nos os caminhos do Jardim do Paraíso. Senão, são apenas pedras perdidas na mochila do caminhante.
Até já, foi a mensagem inscrita.
Depois? Depois se verá.
Mas, ao homem por trás da máscara, não deixo de reservar alguma admiração.
Pela lucidez. Pela consistência.
E por isso, costumo passar pelo seu caderno (http://caderno.josesaramago.org/).
É certo que a cana do rio cede e por isso outro dia lhe é dado.
Mas será a sua natureza a mesma?
Os livros têm momentos. Se os apanharmos no instante certo, ensinam-nos os caminhos do Jardim do Paraíso. Senão, são apenas pedras perdidas na mochila do caminhante.
Até já, foi a mensagem inscrita.
Depois? Depois se verá.
Mas, ao homem por trás da máscara, não deixo de reservar alguma admiração.
Pela lucidez. Pela consistência.
E por isso, costumo passar pelo seu caderno (http://caderno.josesaramago.org/).
É certo que a cana do rio cede e por isso outro dia lhe é dado.
Mas será a sua natureza a mesma?
5 comments:
Em relação a este senhor e escapando muito bem o Ensaio sobre a cegueira que adorei, não consigo deixar de pensar como tu.
Tens alguma razão mas é e será o nosso Prémio Nobel da Literatura.
Abraço
mots, o teu, é argumento prolixo, arte é arte, gosta-se ou não.
No caso do E.Moniz, era ciência, medicina, também era Nobel e não é por isso que hoje se tiram bocados de cérebro ... e ele ganhou o prémio por fazer isso .
O Prémio Nobel da Literatura é um reconhecimento do seu trabalho, do seu percurso, da sua voz por uma língua que vilipendiamos a cada dia... E, não me reconheço competência para o questionar.
Mas o Prémio Nobel da Literatura é apenas isso. Um Prémio.
Não muda a obra e felizmente parece não ter mudado o homem.
E embora ame o vento...não sou como ele...
Gosto de vos ver por aqui.
Estejam como em casa, são sempre bem vindos.
;)
os livros dependem dos momentos, das fases, quando há coincidências é espantoso!
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