January 02, 2009


Comme Duke Ellington jadis ou Wynton Marsalis plus récemment, il ambitione de réconcilier la dignité et la réussite. Comme Charles Mingus, il est convaincu que sa détermination est un atout de transformation. Comme l'Art Ensemble of Chicago il pense dans um même mouvement "ancient to the future". Et avez-vous remarqué, la prononciation correcte de son nom allonge le premier "a": Obaama...Une version moderne du ternaire.
by Alex Dutilh
Editorial da Edição de Dez 2008 da Jazzman

Assistimos nos últimos meses a uma tomada de posição, quase umânime, pela comunidade jazzística, em prol de Obama. As palavras de esperança, que o editorial da Jazzman encerra, constituem um exemplo de entre uma miríade de tantos outros disponíveis nas publicações do género.
A 3 de Novembro de 2008, no Teatro Camões, Patricia Barber ostentava uma camisola com o nome do candidato democrata e fez questão de a exibir orgulhosamente. Abrindo a jaqueta que trazia vestida, expôs à audiência as letras da t-shirt branca para que a mesma intuísse sem margem de dúvida a sua posição. Com a mestria que os anos e a experiência conquistada lhe permitem, adaptou algumas das suas interpretações ao momento.
A 20 de Janeiro, Obama tomará posse como o 44º presidente dos Estados Unidos.
A meu ver, creio que só então saberemos a métrica do compasso.

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