La Bohème de Charles Aznavour
"...
Souvent il m’arrivait
Devant mon chevalet
De passer des nuits blanches
Retouchant le dessin
De la ligne d’un sein
Du galbe d’une hanche
Et ce n’est qu’au matin
Qu’on s’assayait enfin
Devant un café-crème
Epuisés mais ravis
Fallait-il que l’on s’aime
Et qu’on aime la vie
..."
Pas de doute!


3 Comments:
Maravilhoso navegar nos meandros do romantismo da música francesa:))
Pas de doute;)
Os sons deste tempo fazem-me lembrar os vinis do meu pai. Será que as musicas que hoje se fazem, vão deixar a mesma nostalgia ?
Creio que alguma música/palavra/acção/poesia é de facto intemporal.
E Umbra, confesso que a língua francesa tem, para mim, uma sonoridade que entendo muito próxima do coração.
Kermit, fizeste-me rir francamente...
Tenho alguns vinis e existe ali um encanto a que não consigo resistir...
Nostalgia!???
Talvez para alguns seja nostalgia...
Eu não designaria o sentimento que nutro assim...
Tenho esse mesmo sentimento por peças bem mais contemporâneas.
Existem peças actuais de uma excelente qualidade que irão certamente resistir a ventos e temporais.
Porque têm uma menor visibilidade no nosso país?!!
Isso já é uma outra questão. Certo?
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