A 9ªArte ocupa no meu imaginário um cantinho afectivo muito especial.
Da minha pequena biblioteca fazem parte não só autores europeus mas igualmente americanos e alguns asiáticos.
É curioso verificar, hoje, como algumas das personagens mais tradicionais dos universos DC COMICS e MARVEL evoluíram(BATMAN, WOLVERINE, ANGEL) e como algumas delas foram precursoras de uma forma de estar e sentir(DAREDEVIL, ELEkTRA). E se é verdade que muitas das publicações que lhes estão associadas nem sempre têm a qualidade desejada, é igualmente verdade que neste nosso pequeno jardim à beira mar mal plantado ainda se conseguem encontrar, aqui e ali, verdadeiras pérolas representativas do que é efectivamente o acto de amar entre palavras, traços e cores.
A banda desenhada europeia, por seu lado, tem sido mais conservadora na fidelidade dos seus autores à obra e, salvo os casos em que se verifica o desaparecimento de um deles, raro é que em vida um deles seja substituído.
Com a banda desenhada asiática, salvo algumas excepções, tenho sérias restrições relativamente ao que se convenciou designar como Manga.
Tenho hoje com a banda desenhada Manga o mesmo problema que tive no passado com os Livros de Walt Disney e com alguns livros DC COMICS/MARVEL. Se de facto aceito o populismo de algumas tiras, o que me choca neste tipo de arte popular é a sua descaracterização enquanto produto individual.
O traço que conheço altera-se, a cor perde-se ou intensifica-se, ao belo prazer de cada um, e o carácter que se pretendia único não evolui mas dilui-se.
(Akira from Katsushiro Otomo; John Diffol from Moebius; Angel drawn by David Finch; Elektra drawn by Bill Sienkiewicz)
Da minha pequena biblioteca fazem parte não só autores europeus mas igualmente americanos e alguns asiáticos.
É curioso verificar, hoje, como algumas das personagens mais tradicionais dos universos DC COMICS e MARVEL evoluíram(BATMAN, WOLVERINE, ANGEL) e como algumas delas foram precursoras de uma forma de estar e sentir(DAREDEVIL, ELEkTRA). E se é verdade que muitas das publicações que lhes estão associadas nem sempre têm a qualidade desejada, é igualmente verdade que neste nosso pequeno jardim à beira mar mal plantado ainda se conseguem encontrar, aqui e ali, verdadeiras pérolas representativas do que é efectivamente o acto de amar entre palavras, traços e cores.
A banda desenhada europeia, por seu lado, tem sido mais conservadora na fidelidade dos seus autores à obra e, salvo os casos em que se verifica o desaparecimento de um deles, raro é que em vida um deles seja substituído.
Com a banda desenhada asiática, salvo algumas excepções, tenho sérias restrições relativamente ao que se convenciou designar como Manga.
Tenho hoje com a banda desenhada Manga o mesmo problema que tive no passado com os Livros de Walt Disney e com alguns livros DC COMICS/MARVEL. Se de facto aceito o populismo de algumas tiras, o que me choca neste tipo de arte popular é a sua descaracterização enquanto produto individual.
O traço que conheço altera-se, a cor perde-se ou intensifica-se, ao belo prazer de cada um, e o carácter que se pretendia único não evolui mas dilui-se.
(Akira from Katsushiro Otomo; John Diffol from Moebius; Angel drawn by David Finch; Elektra drawn by Bill Sienkiewicz)
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