O passado sepulta o passado e deve terminar em silêncio, mas pode ser um silêncio consciente, que repousa de olhos abertos. Talvez seja isto a remissão final de que James falava. by Iris Murdoch
mas o meu ponto é que o passado não morre nunca, cara anonyma... é dele que somos feitos. percebe o meu ponto? nesse sentido, não é possível sepultá-lo. e, essa sim, para mim, é que é a verdadeira 'serenidade da aceitação', para usar a expressão da sua outra comentadora.
(ps: nao uso protector solar. os senhores doutores ficam muito zangados, mas o que é facto é que não necessito... escaldões nunca, belo bronze sempre :D
Sim ssv, é dele que somos feitos, não o renego mas permito que repouse...que fique onde é devido, que seja uma lição para o presente e para o futuro e não uma dor premente... Não estou a encobri-lo a seis pés debaixo da terra, a esperar que desapareça, não...Não é esse o sentido...
e, desculpe-me, pois porventura a escolha da citação tem a ver com algo de muito pessoal, seu, e eu pus-me aqui a tergiversar com filosofias de trazer por casa...
9 comments:
e quando não é? (silêncio consciente?)
por outro lado, dou-me mal com a ideia de sepultura/s. e pode o passado sepultar-se a si mesmo?
quase parece é que o silêncio é que tende a sepultar o passado. ou a tentá-lo.
que ele, o passado, emerge sempre. de qualquer sepultura.
enfim: não ligue. tenha uma boa semana, que, agora sim, parece que a primavera veio para ficar (tipo toyota). :))
não é aqui o silêncio apenas a serenidade da aceitação, entendimento?
é assim que leio o silêncio de olhos abertos.
boa semana
sem-se-ver,
diria que sim, que o passado pode ser sepultado em paz se esse for o resultado de uma acção consciente.
Caso contrário, receio que não.
Uma boa semana, muito sol e favor usar protector solar para não ficar como eu.
Lolllllll
:D
cs,
concordo em absoluto.
Uma boa semana com poucas, poucas, fitas...
;)
:)
mas o meu ponto é que o passado não morre nunca, cara anonyma... é dele que somos feitos. percebe o meu ponto? nesse sentido, não é possível sepultá-lo. e, essa sim, para mim, é que é a verdadeira 'serenidade da aceitação', para usar a expressão da sua outra comentadora.
(ps: nao uso protector solar. os senhores doutores ficam muito zangados, mas o que é facto é que não necessito... escaldões nunca, belo bronze sempre :D
Sim ssv, é dele que somos feitos, não o renego mas permito que repouse...que fique onde é devido, que seja uma lição para o presente e para o futuro e não uma dor premente...
Não estou a encobri-lo a seis pés debaixo da terra, a esperar que desapareça, não...Não é esse o sentido...
ah, sendo assim, estamos esclarecidissimas!!
(nada como falar para melhor nos entendermos)
e, desculpe-me, pois porventura a escolha da citação tem a ver com algo de muito pessoal, seu, e eu pus-me aqui a tergiversar com filosofias de trazer por casa...
abraço.
Que nada, ssv, publiquei-o. Sim?
Deixou de ser meu, é vosso tb.
Apenas tentava transmitir de que forma me tocou o poema.
viu o filme sobre ela?
Malheureusement pas!
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